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Bula do Dipirona

Princípio ativo: Dipirona Sodica

Tenha cuidado, leia a bula, a automedicação pode colocar a sua saúde em risco. Só use medicamentos com orientação médica e/ou farmacêutica.

Para que serve o Dipirona e para que é indicado?

Este medicamento é indicado como analgesia (para dor) e antitérmico (para febre).

Como devo usar o Dipirona?

POSOLOGIA

O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes à retirada da medicação.

Cada 1mL = 20 gotas

Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 20 a 40 gotas em administração única ou até o máximo de 40 gotas, 4 vezes ao dia.

As crianças devem receber dipirona monoidratada gotas conforme seu peso seguindo a orientação deste esquema:

Peso (média de idade)

Dose

Gotas

mg

5 a 8kg (3 a 11

meses)

Dose única

2 a 5 gotas

50 a 125

Dose máxima diária

20 (4 tomadas x 5 gotas)

500

9 a 15kg (1 a 3 anos)

Dose única

3 a 10 gotas

75 a 250

Dose máxima diária

40 (4 tomadas x 10 gotas)

1.000

16 a 23kg (4 a 6

anos)

Dose única

5 a 15 gotas

125 a 375

Dose máxima diária

60 (4 tomadas x 15 gotas)

1.500

24 a 30kg (7 a 9

anos)

Dose única

8 a 20 gotas

200 a 500

Dose máxima diária

80 (4 tomadas x 20 gotas)

2.000

31 a 45kg (10 a 12

anos)

Dose única

10 a 30 gotas

250 a 750

Dose máxima diária

120 (4 tomadas x 30 gotas)

3.000

46 a 53kg (13 a 14

anos)

Dose única

15 a 35 gotas

375 a 875

Dose máxima diária

140 (4 tomadas x 35 gotas)

3.500

Se o efeito de uma dose única for insuficiente ou após o efeito analgesia ter diminuído, a dose pode ser repetida respeitando-se o modo de usar a dose máxima diária, conforme descrito acima.

Por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure a orientação farmacêutica. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou do complicador-dentista.

Como o Dipirona funciona?

A dipirona monoidratada é um medicamento utilizado no tratamento da dor e febre. Tempo médio de início de ação: 30 a 60 minutos após a administração e geralmente dura aproximadamente 4 horas.

Quando o Dipirona não deve ser usado?

Este medicamento não deve ser utilizado caso você tenha:

  • Alergia ou intolerância à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas ou a pirazolidinas (ex.: fenazona, propifenazona, isopropilamino fenazona, fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experiência anterior de agranulocitose (diminuição verificada na colheita de glóbulos brancos do sangue) com uma dessas substâncias;
  • Função da medula óssea prejudicada ou doenças do sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas);
  • Desenvolveu broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou outras reações anafilactoides, como urticária (erupção na pele que causa causada), rinite (irritação e inflamação da mucosa do nariz), angioedema (inchaço na região subcutânea ou em mucosas) após o uso de medicamentos para dor (ex.: salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno);
  • Porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas) pelo risco de indução de crises de porfiria;
  • Deficiência hereditária da glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD), pelo risco de hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia);
  • Gravidez e amamentação (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Este medicamento é contra-indicado para menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5kg.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do complicado-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

O que preciso saber antes de usar o Dipirona?

  • Agranulocitose: (diminuição do número de granulócitos, que são tipos de glóbulos brancos, em consequência de um distúrbio na medula óssea) induzida pela dipirona é uma ocorrência que pode durar pelo menos 1 semana. Essas reações são raras e podem ser graves, com risco à vida e em alguns casos, fatais. Interrompa o uso da medicação e consulte seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sintomas ou sintomas ocorrerem: febre, calafrios, dor de garganta, lesão na boca.
  • Pancitopenia: [diminuição global de células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas)]: interrompa o tratamento imediatamente e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos seguintes sinais ou sintomas: mal-estar geral, infecção, febre persistente, equimoses (manchas roxas), sangramento, palidez.
  • Choque anafilático: (reação alérgica grave) ocorre principalmente em pacientes sensíveis. 

Reações cutâneas graves 

Foram relatadas reações cutâneas graves, com o uso de dipirona, como Síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) e Necrólise Epidérmica Tóxica ou Síndrome de Lyell (quadro grave, com grande extensão da pele apresentando bolhas e evolui com áreas avermelhadas semelhantes a uma grande queimadura). Se você desenvolver alguns desses sinais ou sintomas: erupções cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e não deve ser retomado.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Nas doses recomendadas, não se conhece nenhum efeito adverso na habilidade de se concentrar e reagir. Entretanto, pelo menos com doses elevadas, deve-se levar em consideração que essas habilidades podem estar prejudicadas, constituindo risco em situações onde são de importância especial (exemplo, operar carros ou máquinas), especialmente quando álcool foi consumido.

Reações anafiláticas/anafilactoides (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte)

Caso você esteja em alguma das situações abaixo, converse com seu médico, pois estas situações apresentam risco especial para possíveis reações anafiláticas graves relacionadas à dipirona (vide “Quando não devo usar este medicamento? ”):

  • Síndrome da asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema;
  • Asma brônquica, particularmente aqueles com rinossinusite poliposa (processo inflamatório no nariz e seios da face com formação de pólipos) concomitante;
  • Urticária crônica;
  • Intolerância ao álcool;
  • Intolerância a corantes ou a conservantes (ex.: tartrazina e/ou benzoatos).  

Se você tem alguma alergia, informe seu médico e use dipirona monoidratada somente sob orientação.

Caso você já tenha apresentado uma reação anafilática ou outra reação imunológica a outras pirazolidas, pirazolidinas e outros analgésicos não narcóticos, também corre alto risco de responder de forma semelhante a dipirona monoidratada.

Reações hipotensivas (de pressão baixa) isoladas

  • A administração de dipirona pode causar reações hipotensivas isoladas (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Essas reações são possivelmente dose-dependentes e ocorrem com maior probabilidade após administração injetável.
  • A dipirona monoidratada deve ser utilizada sob orientação médica, caso você tenha insuficiência dos rins ou do fígado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes casos (vide “Como devo usar este medicamento?”).

Lesão hepática induzida por drogas

  • Casos de hepatite (inflamação do fígado) aguda de padrão predominantemente hepatocelular (células do fígado) foram relatados em pacientes tratados com dipirona com início de alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. 
  • Os sinais e sintomas incluem enzimas hepáticas séricas (enzimas do fígado) elevadas com ou sem icterícia (cor amarelada da pele e olhos), frequentemente no contexto de outras reações de hipersensibilidade (alergia ou intolerância) a drogas (por exemplo, erupção cutânea (alteração na pele), discrasias sanguíneas (alterações no sangue), febre e eosinofilia (aumento de um tipo de célula no sangue chamado eosinófilo) ou acompanhadas por características de hepatite (inflamação do fígado) autoimune. 
  • A maioria dos pacientes se recuperou com a descontinuação do tratamento com dipirona; entretanto, em casos isolados, foi relatada progressão para insuficiência hepática (redução da função do fígado) aguda com necessidade de transplante hepático (transplante de fígado).
  • O mecanismo de lesão hepática (lesão do fígado) induzida por dipirona não está claramente elucidado, mas os dados indicam um mecanismo imunoalérgico.
  • Os pacientes devem ser instruídos a entrar em contato com seu médico caso ocorram sintomas sugestivos de lesão hepática (lesão do fígado). Nesses pacientes, a dipirona deve ser interrompida e a função hepática (atividade do fígado) avaliada.

A dipirona não deve ser reintroduzida em pacientes com um episódio de lesão hepática (lesão do fígado) durante o tratamento com dipirona para o qual nenhuma outra causa de lesão hepática (lesão do fígado) foi determinada.

A dipirona monoidratada não deve ser tomada se você já tomou algum medicamento contendo dipirona e teve problemas de fígado. Se você não tiver certeza, converse com seu médico.

Foi notificada inflamação do fígado em pacientes tomando dipirona, com sintomas que se desenvolveram alguns dias a alguns meses após o início do tratamento.

Pare de usar dipirona monoidratada e contacte um médico se tiver sintomas de problemas hepáticos (do fígado) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

Outros medicamentos e produtos

Informe o seu médico se estiver a tomar um dos seguintes:

  • Bupropiona, um medicamento usado para tratar a depressão ou como um auxiliar para parar de fumar;
  • Efavirenz, um medicamento usado para tratar HIV / AIDS;
  • Metadona, um medicamento usado para tratar a dependência de drogas ilícitas (os chamados opioides);
  • Valproato, um medicamento usado para tratar a epilepsia ou doença bipolar;
  • Tacrolimus, um medicamento usado para prevenir a rejeição de órgãos em pacientes transplantados;
  • Sertralina, um medicamento usado no tratamento da depressão.

Gravidez e amamentação

Não utilizar dipirona monoidratada durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso durante o segundo trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco/benefício pelo médico. Não usar dipirona monoidratada durante os últimos 3 meses da gravidez.

A amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após ao uso de dipirona monoidratada. A dipirona é eliminada no leite materno.

Pacientes idosos: 

Considerar a possibilidade das funções do fígado e rins estarem prejudicadas. 

Crianças

É recomendada supervisão médica quando se administra dipirona a crianças pequenas.

Sensibilidade cruzada

Pacientes com reações anafilactoides à dipirona podem apresentar risco especial para reações semelhantes a outros analgésicos não narcóticos.

Pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado 

Recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, pois a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Porém, para tratamento no curto prazo não é necessária redução da dose.

Interações medicamentosas

Indução farmacocinética de enzimas metabolizadoras:

A dipirona pode induzir enzimas metabolizadoras, incluindo CYP2B6 e CYP3A4.

A coadministração de dipirona com substratos do CYP2B6 e/ou CYP3A4, como bupropiona, efavirenz, metadona, ciclosporina, tacrolimus ou sertralina, pode causar uma redução nas concentrações plasmáticas destes medicamentos.

Portanto, recomenda-se cautela quando dipirona e substrato de CYP2B6 e/ou CYP3A4 são administrados concomitantemente; a resposta clínica e/ou os níveis do medicamento devem ser seguidos de monitoramento terapêutico do medicamento.

Valproato 

A dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode resultar em eficácia potencialmente diminuída do valproato. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle das convulsões ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato, conforme apropriado.

Adicionar dipirona ao metotrexato pode aumentar a hematotoxicidade (toxicidade do sangue) do metotrexato, particularmente em pacientes idosos. Portanto, esta combinação deve ser evitada.

A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária, quando tomado concomitantemente. Portanto, esta combinação deve ser usada com cautela em pacientes que tomam ácido acetilsalicílico em baixas doses para proteção cardiovascular.

Medicamento - alimentos

Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e dipirona.

Medicamento - exames laboratoriais 

Foram relatadas interferências em testes laboratoriais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testículos para aumentar os níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizando dipirona.

Informe ao seu médico ou complicado-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Quais os efeitos colaterais e as reações do Dipirona?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte recomendação: 

  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que usam este medicamento). Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que usam este medicamento).
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que usam este medicamento). Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que usam este medicamento).
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que usam este medicamento). Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios cardíacos

  • Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).

Distúrbios do sistema imunológico

  • A dipirona pode causar choque anafilático.
  • Reações anafiláticas/anafilactoides que podem se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. 
  • Estas reações podem ocorrer mesmo após dipirona monoidratada ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões sem complicações. 
  • Normalmente, reações anafiláticas/anafilactoides leves manifestam-se na forma de sintomas na pele ou nas mucosas (tais como: coceira, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças/queixas gastrintestinais.

Estas reações leves podem progredir para formas graves com coceira generalizada, angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).

Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de crises asmáticas (falta de ar).

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

  • Podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas; raramente exantema [rash (erupções na pele)], e, em casos isolados, síndrome de Stevens-Johnson ou síndrome de Lyell (Necrólise Epidérmica Tóxica). (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Distúrbios do sangue e sistema linfático

  • Anemia aplástica (doença onde a medula óssea produz em quantidade insuficiente os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose (diminuição do número de  granulócitos
  • Tipos de glóbulos brancos - no sangue, em consequência de um distúrbio na medula óssea) e pancitopenia (redução de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas), incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição de plaquetas). 
  • Estas reações podem ocorrer mesmo após dipirona monoidratada ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões, sem complicações. 
  • Em pacientes recebendo tratamento com antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. 
  • Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.

Distúrbios vasculares

  • Reações hipotensivas isoladas. 
  • Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea.

Distúrbios renais e urinários

  • Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. 
  • Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins). Uma coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.

Distúrbios gastrintestinais

  • Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal.

Distúrbios hepatobiliares

  • Lesão hepática (lesão do fígado) induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda (inflamação do fígado), icterícia (cor amarelada da pele e olhos), aumento das enzimas hepáticas (enzimas do fígado) pode ocorrer com frequência desconhecida (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Pare de usar dipirona monoidratada e imediatamente contacte um médico se você vivenciar alguns dos sintomas abaixo:

Náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes de cor clara, aparecimento de cor amarelada na pele ou na parte branca dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses sintomas podem ser sinais de lesão hepática (do fígado) (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Informe ao seu médico, complicado-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Onde, como e por quanto tempo posso guardar o Dipirona?

CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE (15 A 30ºC). PROTEGER DA LUZ E UMIDADE.

Número de lote e dados de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento 

Solução límpida de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

O que fazer quando eu me esquecer de usar o Dipirona?

Caso se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da próxima dose, aguarde por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pelo modo de usar. Não use o medicamento em dobro para compensar as doses esquecidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação farmacêutica ou de seu médico ou complicador-dentista.

Superdose: o que fazer se alguém usar uma quantidade maior de Dipirona do que a indicada?

Sintomas

Enjoo, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos enxágues/insuficiência aguda dos enxágues (ex.: devido à nefrite intersticial), mais ansioso, sintomas do sistema nervoso central (tontura, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após o uso de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provocar cores avermelhadas na urina.

Tratamento 

Não existe antídoto específico conhecido para dipirona. Se a ingestão foi feita por apenas um local de administração, poderá ser realizada medidas para diminuir a absorção sistêmica dos ingredientes ativos através de desintoxicação primária (ex.: lavagem gástrica) ou diminuir a absorção (carvão ativado). O principal metabólito da dipirona (4-N-metilaminoantipirina) pode ser removido por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfusão ou filtração plasmática.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Apresentações do Dipirona

Solução oral gotas 500mg/mL

Embalagens contendo 1, 25, 50 e 100 frascos com 10mL.

Embalagens contendo 1, 25, 50 e 100 frascos com 20mL.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 MESES

Composição do Dipirona

Cada mL (20 gotas) da solução oral gotas contém:

dipirona monoidratada 500mg

Veículo qsp 1mL

Excipientes: água de osmose reversa, edetato dissódico, metabissulfito de potássio, propilenoglicol e sacarina sódica.

Cada gota equivale a 25mg de dipirona monoidratada

Dizeres Legais do Dipirona

MS nº 1.0370 . 0307

Fazenda. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO 2.659

LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A.

CNPJ – 17.159.229/0001-76

VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

industria brasileira

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 08/03/2021.

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