
Mitos sobre o autismo: O que é verdade e o que não é
Julia Moraes

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é caracterizado pela perda de contato com a realidade. Assim, surgem consequências como problemas com a habilidade motora e dificuldades no aspecto de interação social. Estima-se que no Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas apresentem os sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Apesar de ser uma doença comum, muitas pessoas não conhecem os sinais do autismo e acabam acreditando em notícias falsas. Por isso, é importante entender o que é verdade e o que não é. Portanto, veja abaixo a lista de mitos sobre o autismo feita pela psicopedagoga Ana Regina Caminha Braga, especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva:
Mitos sobre o autismo: Autista não gosta de contato físico
O autista, dentro das suas características particulares, pode ser mais sensível ao toque, mas não é um traço geral. É comum também que o autista, no momento da comunicação (verbal ou não verbal), prefira evitar e não manter o contato visual com a outra pessoa.
Todo autista é não-verbal
Há autistas que preferem utilizar a fala como comunicação, já outros não. No caso dos não-verbais, existem métodos de comunicação alternativa que conseguem suprir essa demanda.
Quem tem autismo não pode ter relacionamentos afetivos
Segundo a psicopedagoga, esse é um grande mito. Isso porque os autistas podem sim manter relacionamentos amorosos e formar suas famílias.
Mitos sobre o autismo: Pessoas com autismo não têm vida social
A socialização do autista pode acontecer junto com suas famílias, colegas e grupos próximos. No entanto, é necessário tomar cuidado quanto ao exagero nos estímulos, procurando manter os lugares silenciosos, com poucas conversas ao mesmo tempo e baixa iluminação.
Fonte: Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva.
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